Áreas de Intervenção
A maioria das pessoas que chega até mim já andou por vários consultórios e diversos tipos de consultas, sejam de medicina convencional ou de terapias alternativas. Já se auto-medicou, já fez exames, já ouviu que está tudo bem. E continua a não se sentir bem. Estas são as áreas em que trabalho — e todas elas partem do mesmo sítio: perceber o terreno biológico antes de tratar os sintomas.

Medicina Funcional Integrativa
Cansaço que não passa com o descanso. Intestino que manda no dia. Peso que não desce ou que volta sempre. Dores que mudam de sítio. Análises normais e uma resposta que já ouviu demasiadas vezes: "não tem nada."
Ter as análises dentro dos valores de referência não é o mesmo que estar em equilíbrio. Os valores de referência dizem-nos o que é estatisticamente comum numa população — não o que é ótimo para si.
Para quem é indicada:
- Pessoas com sintomas persistentes e sem explicação clara.
- Quem já passou por vários especialistas sem resposta integrada.
- Quem quer perceber a origem do problema e não apenas controlá-lo.
- Quem procura acompanhamento complementar ao que já faz com o seu médico de família.
O que envolve:
- História clínica aprofundada e cronologia dos sintomas.
- Avaliação funcional do terreno biológico.
- Estudo da microbiota e do estado nutricional, quando indicado.
- Plano alimentar e suplementação de precisão, ajustada ao caso.
- Trabalho sobre sono, movimento, exposição e carga emocional.
- Reavaliações programadas.
O que não prometo:
Não há protocolos milagrosos nem prazos garantidos.
A suplementação é uma ferramenta de precisão, não um atalho, e em várias áreas a evidência ainda é inconclusiva — quando é, digo-o.
A medicina funcional integrativa acrescenta e é sinérgica em equipa multidisciplinar: não substitui um diagnóstico que já tenha sido conclusivo por outras áreas da medicina, nem da terapêutica já devidamente prescrita.
Temas frequentes pelos quais nos procuram:
Fadiga persistente · desequilíbrios da microbiota · inflamação de baixo grau · doenças autoimunes · gestão de peso · saúde mental e emoções · perimenopausa e menopausa · endometriose e adenomiose · lipedema e linfedema.

Saúde Uroginecológica e Fisiosexologia
Perdas de urina que se normalizaram. Dor nas relações que se cala. Sensação de peso, secura, alterações depois do parto ou na menopausa. Há um conjunto enorme de queixas que as mulheres aprenderam a considerar normais — e que não são. São frequentes, que é coisa diferente.
Para quem é
- Mulheres no pós-parto e em fase de recuperação do pavimento pélvico.
- Mulheres em perimenopausa e menopausa com alterações urogenitais.
- Quem tem dor pélvica, dor nas relações ou alterações da função sexual.
- Quem foi encaminhada para cirurgia e quer perceber as opções conservadoras primeiro.
O que envolve
- Fisioterapia uroginecológica e reeducação do pavimento pélvico.
- Fisiosexologia e abordagem da dor.
- Ginecologia regenerativa e estética regenerativa íntima, quando indicadas.
- Articulação com ginecologia, urologia e psicologia sempre que necessário.
O que não prometo
- Nem todos os casos se resolvem sem cirurgia, e há situações em que a indicação cirúrgica é a correta.
- O que garanto é que essa decisão é tomada com informação, e não por falta dela.
Temas frequentes pelos quais nos procuram:
- Incontinência Urinária e Fecal
- Prolapso dos Órgãos Pélvicos: Queixas de peso no baixo ventre, desconforto na zona pélvica
- Bexiga Hiperativa e Sintomatologia Vesical: Aumento acentuado da frequência mictória diurna e noturna (nictúria), por vezes associado à síndrome da dor vesical ou a infeções urinárias de repetição.
- Recuperação Pós-Parto e Pós-Cirúrgica
- Vaginismo e Dispareunia (Dor Sexual)
- Vulvodinia e Dor Pélvica Crónica: Sensação de ardor, queimadura, picadas ou hipersensibilidade contínua na região vulvar e perineal, sem infeção ativa subjacente.
- Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM): Queixas de secura vaginal severa, atrofia tecidos, microfissuras e desconforto que afetam a função sexual e o quotidiano na perimenopausa e pós-menopausa.
- Alterações do Tónus Muscular e Sensibilidade: Perda de sensibilidade ou dificuldade em atingir o orgasmo (anorgasmia) associada a hipotonia da musculatura pélvica ou laxidão vaginal.
- Disfunções Pélvico-Sexuais Masculinas: Dor pélvica crónica/prostatite não bacteriana, disfunção erétil com componente vascular/muscular e dor ejaculatória associada à hipertonia do soalho pélvico.

Saúde Estética Regenerativa
A pele é o único órgão que se vê.
Quando muda de textura, de brilho ou de firmeza, está a contar o que se passa por dentro — inflamação, carências, alterações hormonais, stress oxidativo.
É por isso que trabalho a estética a partir da biologia, e não ao contrário.
Para quem é indicada:
- Quem procura regeneração de tecidos e não apenas correção estética.
- Quem quer perceber a causa das alterações da pele e do cabelo.
- Quem prefere uma abordagem faseada, com avaliação prévia.
O que envolve:
- Avaliação da pele e do terreno biológico que a sustenta.
- Estética regenerativa facial.
- Estética regenerativa corporal.
- Estética regenerativa capilar.
- Estética regenerativa íntima.
- Terapias autólogas
- Técnicas de mesoterapia avançada, quando indicadas.
- Correção nutricional e de suplementação em paralelo.
O que não prometo:
- Não publico fotografias de antes e depois, porque descontextualizadas não informam ninguém — apenas criam expectativa.
- Não existem resultados garantidos nem iguais entre pessoas.
- Toda a intervenção é precedida de avaliação e de esclarecimento sobre riscos, alternativas e limites.
- Envelhecimento e Flacidez Tecidual (Bioestimulação de Colagénio): Perda de firmeza, elasticidade e densidade na face, pescoço, colo e mãos.
- Procura por Resultados Naturais ("Well-Aging")
- Qualidade, Textura e Luminosidade da Pele
- Cicatrizes de Acne, Estrias e Alterações de Textura
- Saúde Capilar e Queda de Cabelo (Alopecias e Eflúvios)
- Hiperpigmentação e Melasma
- Recuperação Pós-Parto ou Pós-Emagrecimento

Optimização Epigenética | Terreno Biológico
Os genes que herdou não mudam. A forma como eles se expressam muda todos os dias — com o que come, com as horas que dorme, com o que respira e com aquilo que carrega emocionalmente. É esta a diferença entre genética e epigenética, e é aqui que temos margem de manobra.
Para quem é
- Quem tem história familiar que gostaria de compreender melhor.
- Quem quer intervir em prevenção com dados objetivos.
- Quem já fez alterações de estilo de vida e quer saber se estão a produzir efeito.
O que envolve
- Testes de otimização epigenética de última geração.
- Leitura clínica dos resultados, traduzida para linguagem compreensível.
- Plano de intervenção sobre os fatores modificáveis identificados.
- Reavaliação para medir a evolução.
O que não prometo
- Um teste epigenético não diagnostica patologias nem prevê o futuro. Dá-nos um retrato do impacto atual do estilo de vida dos últimos 6 meses e é um ponto de partida objetivo.
Temas frequentes pelos quais nos procuram:
- Longevidade Ativa e Prevenção de Doenças Crónicas (Healthspan) - Utentes que procuram atuar antes do aparecimento da doença, visando modular a expressão de predisposições genéticas familiares (doenças cardiovasculares, neurodegenerativas ou metabólicas) através do estilo de vida, nutrição e suplementação.
- Fadiga Crónica, "Brain Fog" e Perda de Performance
- Inflamação Silenciosa de Baixa Intensidade e Autoimunidade - Quadros de dores articulares não especificadas, dores musculares crónicas, alterações dermatológicas ou doenças auto-imunes.
- Sobrecarga Toxémica e Saúde da Matriz Extracelular (Expossoma) - Suspeita ou confirmação de exposição continuada a metais pesados, pesticidas, desreguladores endócrinos e poluição. Os utentes procuram optimizar as vias de desintoxicação hepática e celular, limpando o meio onde as células vivem (matriz extracelular).
- Disbiose/Permeabilidade Intestinal (Leaky Gut) - Alterações gastrointestinais crónicas, sensibilidades alimentares múltiplas e disfunção da barreira intestinal. A optimização do terreno biológico foca-se em reequilibrar o microbiota e restaurar a mucosa intestinal, fundamental para a absorção de nutrientes e regulação imunitária.
- Resistência Metabólica e Dificuldade na Gestão do Peso - Utentes com resistência à insulina, gordura visceral resistente ou estagnação metabólica que não responde às dietas convencionais. Procura-se restaurar a flexibilidade metabólica e a sensibilidade hormonal a nível celular.
- Optimização Vias Metilação e Défices Micronutricionais - Pessoas que procuram avaliar polimorfismos genéticos (como a enzima MTHFR) ou défices subclínicos de minerais e vitaminas essenciais para a reparação do ADN, regulação hormonal e síntese de neurotransmissores.